quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Caprarum et Vitulos


Está acontecendo uma coisa engraçada: pessoas estão ficando ligadas em coisas que até tempos atrás parecia besteira.
Por toda parte vejo manifestações sobre auto-estima, respeito, humildade. Orgulho de ser capaz e fazer a diferença.
Ainda é pouco perto da merda social que estamos metidos até o pescoço.
Não basta mais ser apenas um bom cabrito.
Por várias razões.
Uma delas, e talvez a mais importante, é que o bom cabrito não berra.
Mas ficar berrando como um bezerro desmamado não adiantada nada.
é preciso manifestar-se. E é preciso aprender a calar.
E, principalmente, é preciso aprender quando berrar e quando calar.
Essa é a maior dificuldade.
Fora isso, a vida é bela.
Sim, apesar o monte de cocô de cabrito e bezerro, a vida é bela.
E viver é uma experiência fantástica!



quarta-feira, 2 de março de 2011

Onde estavámos mesmo???


Depois de um tempo sem dedicar uns minutos para falaciar e fanfarronar cá estamos de volta.

Onde estávamos mesmo?

Num jardim inglês? Nas profundezas do pensamento depressivo? Nas questões filosóficas que só tem sentido depois de meia garrafa de uísque? Na beira do abismo entre as galáxias?

Não. Nada disso. Estávamos vivendo a vida, o estressante e cruel mundo real, onde muitas vezes a ficção fica devendo em termos de tramas, confusões, coisas idiotas e comportamentos mais idiotas ainda.

Exemplo: vários amigos trabalham juntos no mesmo lugar durante anos; Todos se respeitam. Todos são solidários, solícitos e unidos. De repente, um desses amigos recebe uma responsabilidade a mais, como gerenciar um grupo de trabalho. Imediatamente os anos de convivência não valem mais nada, a amizade vai pro espaço, a solidariedade, a solicitude e a união passam a fazer parte de um passado esquecido. A nova palavra de ordem é: " EU SOU O CHEFE! EXIJO OBEDIÊNCIA!. Nesse ponto a convivência acaba, a confiaça na humanidade acaba. E viver e conviver passam a ser sinônimos de sofrimento;

Mas voltando à vida real (o exemplo acima é meramente ilustrativo: uma situação esdrúxula como esta só pode ser ficção) a gente sempre dá um jeito de resolver as nossas pendências.

E agora teremos Carnaval, a festa mais improvável do mundo.

E depois, a vida seguirá cada vez mais louca, cada vez mais improvável, cada vez mais surreal.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

J´Acuse

J'ACUSE !!!
(Eu acuso !) 
 
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)

« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)

Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
 
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado "dano moral" do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e  imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que "era proibido proibir". Depois, a geração do "não bate, que traumatiza". A coisa continuou: "Não reprove, que atrapalha". Não dê provas difíceis, pois "temos que respeitar o perfil dos nossos alunos". Aliás, "prova não prova nada". Deixe o aluno "construir seu conhecimento." Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, "é o aluno que vai avaliar o professor". Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de "novo paradigma" (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: "o bandido é vítima da sociedade", "temos que mudar 'tudo isso que está aí'; "mais importante que ter conhecimento é ser 'crítico'."
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que "o mundo lhes deve algo".
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal a o autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a "revolta dos oprimidos"e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para "adequar a avaliação ao perfil dos alunos";

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam  analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu "tantos por cento";

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno "terá direito" de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um "novo paradigma", uma " nova cultura de paz", pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da "vergonha na cara", do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os "cabeça – boa" que acham e ensinam que disciplina é "careta", que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam "promoters" de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de "o outro".
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: "Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo."
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor "nova cultura de paz" que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
 
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito.
Professor universitário.

 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Convite - Farrapos - Histórias de uma História

OLÁ!
Venho por meio desse convidá-los a assistir a peça:
Farrapos!
Histórias de uma História.

Serão duas apresentações - dia 24 e 28 de novembro às 20h30mim no teatro do SESI
(rua Pinheiro Machado, 3251 - São Pelegrino)

A entrada é 1kg de alimento não perecível.
Um espetáculo que resgata nossas tradições com novas óticas, bom humor e muita emoção.
Venha, traga seus amigos e familiares.
O espetáculo conta com:
Direção e preparação de elenco: Jonas Piccoli
Regência, sonoplastia e preparação vocal: Nei Neto
Elenco:
Amanda Vidor, Barbara Portela, Carla Simone C. da Silva, Fernando Antonio Brolese, Fernando Golfetto, Fernando Scheneider, Glória Daltoé Emmanue, Heidi K. Rech, Jandira Pereira de Freitas, Jandira Silva de Campos, Julia Carbonera, Kaliane Regalin Aver, Luiz Severo Bochese, Marcelo Ribeiro, Marisa Marta Chemello Mussoi, Petra Laste, Raquel Felipeto, Roselaine Pelizzer, Samuel de Oliveira, Sueli Camassola, Tânia M. Vargas Dorigatti, Vania Lorandi, Vivian Shiavenin.
Compareçam - Prestigiem!
 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

CONVITE - Tarde de autógrafos

Amigos,
é com grande prazer que vos convido a comparecerem na sessão tarde-noite de autógrafos que estarei realizando nesta quinta-feira dia 18/Nov às 18:30h na sala Florense do bloco M da UCS.
Na oportunidade, faremos um bate-papo a respeito do livro UM SEGREDO A MAIS. Logo após, serão servidos vinho e grôstoli. Desde já agradeço a presença de todos.
Obrigado,
Joel Vianna

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

QUINTA SINFÔNICA ESPECIAL!

CONVITE
especial de aniversário

9º ano da OSUCS
homenagem ao
Maestro Pedro Paulo Mandelli


Queridos amigos, no dia 11 de novembro, próxima quinta-feira, na edição do Quinta Sinfônica, a Orquestra Sinfônica da UCS comemora seu nono ano de atividades. A regência é do Maestro Manfredo Schmiedt.

- Um pouco da nossa história:
A Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul – Osucs – integra os vários programas que a Universidade possui em prol da formação artístico-cultural da cidade e da região. As atividades tiveram início em outubro de 2001, com concerto de estréia no dia 22 de novembro do mesmo ano.
Escolhemos o programa Quinta Sinfônica de novembro para comemorarmos sempre o aniversário da Orquestra.

- Quinta Sinfônica:
O Quinta Sinfônica representa a série de concertos oficiais  com a realização de dez edições anuais, com datas agendadas para todas as 2ªs quintas-feiras do mês. A proposta do programa é de aproximação da comunidade com a música erudita. O repertório abrange desde temas como: trilhas sonoras de filmes; homenagem a compositores; alusão a datas, como o Dia da criança,  ou, ainda, períodos como: Barroco, Clássico, Romântico e outros. Até a presente data foram  realizadas 90 edições desse programa para uma platéia superior a 60 mil pessoas.

- Homenagem:
Já dizia o grande Érico Verissímo: "Eu venho de uma cidade que tem uma orquestra". A existência da Orquestra Sinfônica da UCS deve-se ao esforço, em sua origem, que teve muitas mãos, muitos idealizadores, diletantes e "guerreiros", que almejavam uma cidade culturalmente desenvolvida. Uma dessas pessoas é a quem prestamos nossa homenagem, dedicando este concerto a ele, que foi um grande professor, incentivador e realizador de grandes passos na área artístico-musical de nossa cidade.
Realizamos a nona edição do Quinta Sinfônica em homenagem ao maestro Pedro Paulo Mandelli, falecido no último dia 18 de outubro.
Sob a regência do Maestro Manfredo Schmiedt, foi selecionado um repertório a partir da apreciação e das obras muitas vezes regidas pelo maestro Mandelli.

Convidamos para que todos venham prestigiar e prestar conosco essa homenagem.
Não perca! repasse esse e-mail para suas listas de contato e convide seus amigos e familiares.

Repertório:
F. von Suppé - Abertura Cavalaria Ligeira
A. Ponchielli – Dança das horas
A. Ketelbey - No Jardim de um Mosteiro
J. Strauss: O Morcego (Abertura) – 1987
M. de Falla – Dança ritual do fogo
A. Ketelbey - No Mercado Persa
P. Mascagni - Cavalaria Rusticana Intermezzo
J. Strauss: Valsa do Imperador
A. Barroso/ Arr. P. P. Mandelli: Aquarela do Brasil

J. P. Sousa - The Stars and Stripes Forever


1- Serviço:

Evento: Quinta Sinfônica - 9ª edição/2010 - Concerto da Orquestra Sinfônica da UCS
Data: 11 de novembro de 2010 - quinta-feira
Local: UCS Teatro - R: Francisco Getúlio Vargas, 1130 - Cidade Universitária - Caxias do Sul - RS
Hora: 20horas

Apoio cultural:
LionsEduC - Unimed Nordeste - RS
Ingressos antecipados: de 8 a 11 de novembro de 2010 - Livraria do Maneco - Centro e Cidade Universitária
Orquestra Solidária:
Doe livros infantis

Forte abraço e até o concerto!

CONTATOS:
Moacir Lazzari – coordenador geral da Osucs – (54) 3289 9017 / (54) 8403 2590
Manfredo Schmiedt - maestro e diretor artístico da Osucs - (51) 96569450

--  Ester Chaves Rodrigues Comunicação - Osucs 54-3289-9030/ 54-9998-7307
 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

DÍVIDA EXTERNA x DÍVIDA INTERNA

Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA nos jornais e na TV, mas não entende direito?
  • Divida Interna = Dívida interna é a parte da dívida pública que representa o somatório dos débitos resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos por um governo, com entidades financeiras e empresariais do seu próprio país. ( pt.wikipedia.org/wiki/Dívida interna) / Sempre que as despesas superam as receitas, há necessidade de dinheiro para cobrir o déficit. (economia.uol.com.br/glossario/index-d.jhtm) Isso é dívida interna.
  • Divida Externa = A dívida externa corresponde à soma dos débitos que o país tem com credores de outros países: bancos internacionais, FMI, governos e fornecedores estrangeiros.

Quando LULA assumiu o Brasil em 2002 deviamos:
Dívida Externa 212 Bilhões
Dívida Interna 640 Bilhões
Total de dívidas: 851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa. E é verdade, só que ele não explicou que para pagar a externa teve que aumentar a interna:

Em 2007 (Governo Lula):
Dívida Externa 0 Bilhões
Dívida Interna 1.400 Trilhão
Total de dívidas 1.400 Trilhão, ou seja, a dívida externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.

Agora em 2010 você  não vê mais na TV e nos jornais sobre Dívida Externa quitada.
Sabe por que?
É que ela voltou.

Em 2010 (Governo Lula):
Dívida Externa estimada em 240 Bilhões de dólares  (
www.suapesquisa.com/economia/divida_externa.htm)
Dívida Interna 1.650 Trilhão de dólares. (
www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6379&cpage=1)
Total de dívidas 1.890 Trilhão de dólares, ou seja, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão no governo LULA.

Daí é que vem tudo que o Lula está fazendo:
PAC (Eufemismo para Orçamento da União, que todo governo tem que organizar anualmente para distribuir verbas para seus vários ministérios)
bolsa família
bolsa educação
bolsa faculdade
bolsa cultura
bolsa para presos

Não é com dinheiro de crescimento; é com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.
Nossa economia está toda subsidiada, ou seja: o Governo toma empréstimo pagando de 7 a 10% aos bancos e empresta a 5% para os empresários, para aquecer artificialmente a economia (gerar empregos e acelerar o consumo).
A diferença nós (chamados de elite burguesa) teremos que pagar com os nossos impostos, mas está tão elevada que já se tornou impagável.

VOCÊ MESMO(A) PODE DESCOBRIR MUITAS COISAS ESCABROSAS SE FIZER UMA SIMPLES PESQUISA NA INTERNET.

E ENTÃO?
VAI SE DEIXAR ENGANAR POR ESSA CORJA DE "INTELECTUAIS" E SINDICALISTAS SALTEADORES, SAQUEADORES E OPORTUNISTAS OU VAI CORRER ATRÁS DO PREJUÍZO?
É. Correr atrás do prejuízo, porque o lucro já era...